Acham mesmo que celebrar o Dia da Mulher já não faz sentido?
Por Cília Seixo Há muitos que defendem, com uma leveza perigosa, que a igualdade entre homens e mulheres é um facto, que o feminismo está
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Read morePor João António Rui Veloso e Carlos Tê compuseram, a certa altura da sua vida, aquele que viria a ser o hino dos
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Read morePor João Antunes Voltar atrás é um exercício que gosto muito de fazer. Seja a escrever, a ler, a andar a pé para ver melhor uma paisagem, a recuar uns passos para dar mais um beijo à minha mãe. Voltar atrás, esse exercício potencial para que o amor prevaleça como uma pequena segurança; recuar como alternativa ao medo de perder; precaução como bote salva-vidas. Esta hipótese é estranha, mas faz todo o sentido. Vivemos num mundo que normalizou o avançar como único caminho a seguir: viver nesse fluxo de comparação com outrem como combustível para chegar longe. Avançar depende, pois, de não voltar atrás: não ler mais livros para crianças, não voltar a casa dos pais, não parar para cumprimentar, antes correr para onde é preciso, não recuar numa teima, numa opinião, cegar todas as perspetivas possíveis, com quantas mais luzes e clarões, melhor. Todos nos tornámos numa espiral alérgica a dar um passo atrás,
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