Festa do Avante! – o silêncio ensurdecedor –
Por António Galamba Escreve a conceituada antropóloga Paula Godinho – que tive o privilégio de ter como professora – numa
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Read morePor João Caldeira Heitor Os sucessivos aumentos de preços fazem-se sentir e muitas famílias portuguesas sentem que o custo de
Read morePor Padre Jorge Guarda Um relatório recente tornou público que a democracia está em declínio no mundo, e Portugal não
Read moreEditorial por Francisco Pereira A inteligência artificial (IA) surgiu para facilitar a vida ao homem, sobretudo para o substituir nas
Read morePor Padre Jorge Guarda Fomos surpreendidos recentemente pela notícia de que, em Ourém, um indivíduo entrou indevidamente num espaço de
Read morePor Ana Saraiva Vivemos um tempo tendencialmente contínuo pautado por ritmos de vida acelerados com episódios sucessivos que valorizam o presente imediato, a experiência e o consumo individualizados. Distantes
Read morePor Isabel Costa A chegada do mês de setembro vem sempre repleta de memórias, mas também de promessas e projetos
Read morePor Afonso Lopes Vivemos numa época em que parecer jovem parece ser quase uma obrigação. Temos cremes para cada ruga, tratamentos para cada marca, filtros para cada fotografia e aplicações capazes de transformar completamente um rosto em poucos segundos. Nunca tivemos tantos instrumentos para alterar a nossa aparência e, talvez por isso mesmo, nunca tenhamos tido tanta dificuldade em aceitar aquilo que somos. Olhamos para o espelho à procura da imagem que queremos ver, e não necessariamente daquela que ele nos devolve. Mas, curiosamente, esta obsessão não nasceu connosco. Há mais de duzentos anos, Francisco de Goya já tinha percebido tudo. É precisamente por isso que uma pintura como «Las Viejas», também conhecida como «¿Qué tal?», continua a ser tão desconcertante. Pintada entre 1810
Read moreEditorial por Francisco Pereira De tempos a tempos, regressa ao debate público a sustentabilidade da Segurança Social e, em particular,
Read morePor João Filipe Oliveira Setembro tem esta particularidade de nos sugerir, no nome, o número sete, quando na verdade é o mês número nove no nosso calendário. Tal como outubro remete para oito, novembro para nove e dezembro para dez. É a memória do tempo em que o ano se iniciava em março, em vez de janeiro. É por isso que os últimos meses do ano conservam nomes um pouco enganadores. Inícios de ano, evidentemente, são uma convenção social e tanto podem ocorrer em janeiro, como em março, como em setembro. Aliás, psicologicamente para a maioria de nós, o ciclo começa agora, depois das férias. Depois de umas semanas com
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