Festa do Avante! – o silêncio ensurdecedor –
Por António Galamba Escreve a conceituada antropóloga Paula Godinho – que tive o privilégio de ter como professora – numa
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Read morePor João Caldeira Heitor Os sucessivos aumentos de preços fazem-se sentir e muitas famílias portuguesas sentem que o custo de
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Read morePor Afonso Lopes Vivemos numa época em que parecer jovem parece ser quase uma obrigação. Temos cremes para cada ruga, tratamentos para cada marca, filtros para cada fotografia e aplicações capazes de transformar completamente um rosto em poucos segundos. Nunca tivemos tantos instrumentos para alterar a nossa aparência e, talvez por isso mesmo, nunca tenhamos tido tanta dificuldade em aceitar aquilo que somos. Olhamos para o espelho à procura da imagem que queremos ver, e não necessariamente daquela que ele nos devolve. Mas, curiosamente, esta obsessão não nasceu connosco. Há mais de duzentos anos, Francisco de Goya já tinha percebido tudo. É precisamente por isso que uma pintura como «Las Viejas», também conhecida como «¿Qué tal?», continua a ser tão desconcertante. Pintada entre 1810
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