Após a depressão Kristin ter assolado o concelho, como avalia a atuação entidades públicas na reposição dos serviços essenciais?
Ana Julião, 46 anos
Comerciante
Ourém
Não conseguem ir a todo o lado, porque a catástrofe foi muito grande. Vejo os bombeiros sempre a passar, a correr, a alta velocidade, estão cansados. O nosso município fez o que pode, até porque não têm muitos meios por onde agir.
A catástrofe foi muito grande e o município tem de estar em todo o lado, o que é irrealista. Veja o exemplo de Formigais, que a água quase que tem meio metro. Os pilares de alta tensão foram todos abaixo. Há muitas crises para gerir para tão pouca gente.

