Cultura e Património num “chão comum” 

O Festival de Setembro está de regresso à Vila Medieval de Ourém no primeiro fim de semana do mês que lhe dá nome, e a edição de 2025 promete ser uma verdadeira ode à diversidade, à convivência e à identidade coletiva. O evento convida à empatia, ao encontro e ao reconhecimento do outro, promovendo um território onde a cultura serve de “ponte entre mundos”, num “chão comum” 

CARLA PAIXÃO 

Sob o tema “Confluências – Imigração, Encontro, Criação”, o evento assume-se como uma plataforma de encontro entre culturas, linguagens artísticas e comunidades, promovendo um olhar atento e humanista sobre o território e os seus habitantes. 

Na apresentação oficial do Festival, que decorreu no domingo, 22 de junho, integrada na programação da FeirOurém, o diretor artístico do Teatro Municipal (TMO), João Aidos, destacou o conceito que estrutura a programação do Festival: “Brincamos com a ideia de confluências — de percursos, de rios, de pessoas, de sonhos. As cidades mudaram. A nossa cidade também mudou. E cada vez mais, a presença do outro faz parte do nosso dia a dia. A realidade é como um puzzle. A comunidade mudou aqui como mudou em muitas outras cidades”.